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Alexandre Gonçalves destaca transparência e austeridade em balanço do mandato como presidente

Alexandre Gonçalves destaca transparência e austeridade em balanço do mandato como presidente

Na última sessão ordinária do ano, ocorrida nesta quinta-feira, 27, o presidente da Câmara, vereador Alexandre Gonçalves (PPS), apresentou um balanço da sua gestão à frente do Legislativo canoense em 2018. As ações estiveram pautadas, segundo ele, na transparência e austeridade, em consonância com os anseios da população.

A diminuição do percentual da folha de pagamento de 76% para 63%, a adesão ao Diário Oficial do Município para as publicações legais e a redução de custos com aluguel em função da transferência do Protocolo para o prédio da Câmara foram algumas das medidas de racionalização de gastos. A gestão também foi marcada pela implantação do sistema de votação eletrônica, criação da Ouvidoria e pelo lançamento da Escola do Legislativo.

Foram realizadas ainda melhorias no processo interno, com a implementação da tramitação eletrônica de documentos nas rotinas administrativas e de sistema de identificação interligado aos gabinetes e divisões de serviços, que incluiu alteração no hall de entrada do prédio. Outra medida foi o registro de ponto de estagiários e terceirizados.

Dentro das ações que buscaram aproximar o Poder Legislativo da comunidade canoense, a Câmara promoveu uma série de audiências públicas para debater nos bairros a situação da segurança pública. Foram 10 encontros com as comunidades do Guajuviras, Mathias Velho, Niterói, Rio Branco, Marechal Rondon, Igara, São José e Olaria. Também foram realizadas sessões nas escolas que sediaram o projeto Prefeitura Mais Perto.

Em sua fala, Alexandre também mencionou dois projetos que acabaram frustrados por não obterem consenso entre os vereadores. Um deles é a proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal (LOM) que regulamentava o orçamento impositivo em Canoas, rejeitada pelo Plenário. A ideia da emenda impositiva era possibilitar que os parlamentares, por meio de emendas, pudessem aperfeiçoar a proposta encaminhada pelo Executivo para que ocorresse uma alocação mais específica dos recursos. A outra iniciativa que não saiu do papel foi a criação da TV Câmara.